Festival do rio, amazonas film festival 2004
Melhor Filme

Festival de Havana 2004
Melhor Edição
Melhor Trilha Sonora

Festival do Rio 2005
Melhor Diretor – Lúcia Murat
Melhor Ator – Flávio Bauraqui
Fipresci Award (Federação Internacional de Críticos) – Best Latin American Film

Festival de Marseille 2005
Melhor filme do público
Prêmio especial do Júri

Festival Mar Del Plata 2005
Melhor filme do juri popular
Melhor filme ibero-americano do juri

Festival Brasileiro de Paris 2005
Melhor filme do Público

Seleção Oficial
Toronto Film Festival - 2004
Montreal Film festival - 2004
Festival do Rio - 2004
Mostra de São Paulo - 2004
Festival de Biarritz - 2004
Festial de Havana - 2004
Festival de Palm Springs - 2005
Festival de Créteil - 2005
San Francisco International Film Festival - 2005
Seattle International Film Festival - 2005


CRÍTICAS

“Denso, ágil e bem-humorado na medida certa... Bauraqui impressiona pela versatilidade e Ciocler oferece ao público uma atuação contida, sutil, convincente. Lúcia dá alivio cômico à barra pesada de sua história”
Eduardo Simões – O Globo

"Quase Dois Irmãos" tem força para ser o melhor filme brasileiro deste ano.”
Luis Carlos Merten – O Estado de S.P

“A cena em que Jorginho (Flávio Bauraqui) tenta consolar o amigo Miguel (Caco Ciocler) é catártica e já entrou para a antologia do cinema brasileiro”
Eduardo Souza Lima – O Globo

“É raro que documentários possam ultrapassar a ficção no mesmo assunto, mas os filmes de John Sayles (Silver City) e Wim Wenders (Land of Plenty) foram fracos em comparação.

Em compensação, coube a uma cineasta brasileira trazer a história e acontecimentos atuais juntos num satisfatório nível ficcional. Almost Brothers ("Quase Dois Irmãos") de Lúcia Murat examina a falência do idealismo e o conflito inter-geracional que selou a sua derrocada. Das violentas prisões da ditadura até as violentas favelas de nosso dias, seus personagens trabalham em cima de questões como raça, classe e ideologia. Pense em "Cidade de Deus", apague seus maneirismos hollywoodianos e coloque no lugar três décadas de história política. Murat está comprometida em analisar as ligações entre o passado e o presente. Nós podíamos ter alguém como ela nos Estados Unidos.
B. Ruby Rich

“E se Cidade de Deus estabeleceu um novo padrão de qualidade para as cenas de traficantes e favelas, "Quase Dois Irmãos" mantém o mesmo nível, com um trabalho impressionante do elenco jovem formado em sua maioria por atores dos grupos "Nós do Morro" e "Nós do Cinema".”
Marcelo Janot – J.B

“Miguel e Jorge, são os “quase irmãos”do estupendo filme de Lúcia Murat (...) "Quase Dois Irmãos" passa a sensação de verdade dos belos filmes. E por quê? Provavelmente porque tem na sua origem a soma de esforços de pessoas que conheceram a realidade tratada por dentro: o roteirista é Paulo Lins, autor de Cidade de Deus, e a cineasta Lúcia Murat é ex-militante política, com conhecimento da luta armada e experiência da prisão política.”
Luiz Zanin Oricchio – O Estado de SP

"Lúcia Murat construiu com rigor e sensibilidade uma fábula política que evoca o olhar militante de uma certa época do cinema latino-americano. Nos nossos dias, essa visão é ainda mais essencial porque nos permite retomar a questão. Num momento onde os ideais políticos se transformaram na maior parte do mundo ocidental em simples utopias, deixando aos dirigentes a função de ditar o pensamento, o filme de Murat chega como um sopro de ar fresco. Com "Quase Dois Irmãos", a diretora agita a dinâmica social e política nos propondo um discurso reflexivo e ferozmente cruel. "
Élie Castiel – Rédacteur en chef

“O grande prêmio foi para o brilhante filme brasileiro "Quase Dois Irmãos", de Lúcia Murat. O impactante filme que mostra o contraste das vidas de dois personagens – um preso político, branco, de classe média; o outro pobre, negro, preso comum, venceu com merecimento, mostrando a força do emergente cinema brasileiro”.
Benjamin Secher – DAILY TELEGRAPH, London