"Um belo antiépico. Brava Gente Brasileira é um programa obrigatório."

José Geraldo Couto, Folha de São Paulo

"Brava Gente Brasileira, de Lúcia Murat, pode ser considerado a boa surpresa nacional desta Mostra (Internacional de Cinema de São Paulo). Com uma maneira terna, feminina, paciente, de filmar a vida indígena, Lúcia evoca, de fato, um Brasil ainda virgem, inocente, mas selvagem e violento."

Luiz Zanin Oricchio, O Estado de São Paulo

"Lúcia Murat fez uma opção corajosa ao identificar o olhar do espectador com o do colonizador, limitando ao extremo qualquer tipo de idealização. Até porque, como bem registra a última seqüência, a dor não tem cor, raça ou credo."

Ricardo Cota, Jornal do Brasil

"Lúcia Murat não se intimida com o uso de temas controvertidos na execução de seus filmes. Seu filme-testemunho, "Que bom te ver viva", era um brado de alerta quanto ao desrespeito aos direitos humanos durante o regime militar dos anos sessenta.
Depois veio "Doces Poderes", uma exposição do papel da mídia na alteração dos resultados eleitorais. Agora, no aniversário de 500 anos do descobrimento do Brasil, Murat nos apresenta "Brava gente brasileira", uma fascinante crônica histórica narrada do ponto de vista de um povo conquistado. Com Brava Gente Brasileira, Murat desafia nossas noções preconcebidas da história. Seu sofisticado método jornalístico, aliado a uma visão aguçada do drama histórico, faz deste filme uma obra verdadeiramente tensa e audaciosa."

Ramiro Puerta – Toronto Film Festival

"Brava Gente Brasileira lança mão de inovadoras estratégias cinematográficas para reimaginar a história do Brasil colônia. Lúcia Murat recombina os elementos -- língua, cultura e raça -- para criar um novo arranjo que nos obriga a abrir mão de fantasias que nos são muito caras e olhar de frente para uma história de incompreensões, violência e vingança. Bravo a um bravo novo filme."

B. Ruby Rich – San Francisco Guardian – USA

"Brava Gente Brasileira é uma visão assustadora do processo de colonização, contada do ponto de vista do povo indígena, que foi submetido aos seus mais violentos excessos. Uma tragédia comovente, brilhantemente executada, digna de ser classificada no mesmo nível de 'Aguirre, a cólera de Deus' "

Tom Lyons, Eye Weekly (Toronto-Canada)