Festival do Rio 2004
Melhor Diretor – Lúcia Murat
Melhor Ator – Flávio Bauraqui
Fipresci Award (Federação Internacional de Críticos) – Best Latin American Film

Amazonas film festival 2004
Melhor Filme

Festival de Havana 2004
Melhor Edição
Melhor Trilha Sonora

Festival de Marseille 2005
Melhor filme do público
Prêmio especial do Júri

Festival Mar Del Plata 2005
Melhor filme do juri popular
Melhor filme ibero-americano do juri

Festival Brasileiro de Paris 2005
Melhor filme do Público

Festival de Belém 2005
Melhor roteiro – Lucia Murat e Paulo Lins
Melhor ator coadjuvante – Babu Santana
Melhor atriz coadjuvante – Maria Flor

Brasilian Miami film festival 2005
Melhor som – Naná Vasconcelos

Festival de Huelva 2005
Prêmio Radio de España
Prêmios Especial do Jurados

Associação Paulista dos críticos de Arte 2005
Melhor roteiro – Lucia Murat e Paulo Lins

Associação dos Correspondentes Estrangeiros 2005
Indicado para melhor filme, melhor diretor, melhor roteiro e melhor ator



Seleção Oficial
Toronto Film Festival - 2004
Montreal Film festival - 2004
Festival do Rio - 2004
Mostra de São Paulo - 2004
Festival de Biarritz - 2004
Festial de Havana - 2004
Festival de Palm Springs - 2005
Festival de Créteil - 2005
San Francisco International Film Festival - 2005
Seattle International Film Festival - 2005Festival de Lima – 2005
Festival de Valdivia- 2005
Festival de Quito – 2005
London Film Festival – 2005
Helsink Film Festival – 2005
Meinheim Film Festival -2005
Haifa Film Festival
Melbourne film Festival


CRÍTICAS

“Denso, ágil e bem-humorado na medida certa... Bauraqui impressiona pela versatilidade e Ciocler oferece ao público uma atuação contida, sutil, convincente. Lúcia dá alivio cômico à barra pesada de sua história”
Eduardo Simões – O Globo

"Quase Dois Irmãos" tem força para ser o melhor filme brasileiro deste ano.”
Luis Carlos Merten – O Estado de S.P

“A cena em que Jorginho (Flávio Bauraqui) tenta consolar o amigo Miguel (Caco Ciocler) é catártica e já entrou para a antologia do cinema brasileiro”
Eduardo Souza Lima – O Globo

“É raro que documentários possam ultrapassar a ficção no mesmo assunto, mas os filmes de John Sayles (Silver City) e Wim Wenders (Land of Plenty) foram fracos em comparação.

Em compensação, coube a uma cineasta brasileira trazer a história e acontecimentos atuais juntos num satisfatório nível ficcional. Almost Brothers ("Quase Dois Irmãos") de Lúcia Murat examina a falência do idealismo e o conflito inter-geracional que selou a sua derrocada. Das violentas prisões da ditadura até as violentas favelas de nosso dias, seus personagens trabalham em cima de questões como raça, classe e ideologia. Pense em "Cidade de Deus", apague seus maneirismos hollywoodianos e coloque no lugar três décadas de história política. Murat está comprometida em analisar as ligações entre o passado e o presente. Nós podíamos ter alguém como ela nos Estados Unidos.
B. Ruby Rich

“E se Cidade de Deus estabeleceu um novo padrão de qualidade para as cenas de traficantes e favelas, "Quase Dois Irmãos" mantém o mesmo nível, com um trabalho impressionante do elenco jovem formado em sua maioria por atores dos grupos "Nós do Morro" e "Nós do Cinema".”
Marcelo Janot – J.B

“Miguel e Jorge, são os “quase irmãos”do estupendo filme de Lúcia Murat (...) "Quase Dois Irmãos" passa a sensação de verdade dos belos filmes. E por quê? Provavelmente porque tem na sua origem a soma de esforços de pessoas que conheceram a realidade tratada por dentro: o roteirista é Paulo Lins, autor de Cidade de Deus, e a cineasta Lúcia Murat é ex-militante política, com conhecimento da luta armada e experiência da prisão política.”
Luiz Zanin Oricchio – O Estado de SP

"Lúcia Murat construiu com rigor e sensibilidade uma fábula política que evoca o olhar militante de uma certa época do cinema latino-americano. Nos nossos dias, essa visão é ainda mais essencial porque nos permite retomar a questão. Num momento onde os ideais políticos se transformaram na maior parte do mundo ocidental em simples utopias, deixando aos dirigentes a função de ditar o pensamento, o filme de Murat chega como um sopro de ar fresco. Com "Quase Dois Irmãos", a diretora agita a dinâmica social e política nos propondo um discurso reflexivo e ferozmente cruel. "
Élie Castiel – Rédacteur en chef

“O grande prêmio foi para o brilhante filme brasileiro "Quase Dois Irmãos", de Lúcia Murat. O impactante filme que mostra o contraste das vidas de dois personagens – um preso político, branco, de classe média; o outro pobre, negro, preso comum, venceu com merecimento, mostrando a força do emergente cinema brasileiro”.
Benjamin Secher – DAILY TELEGRAPH, London